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 Tecnologias jurídicas e o fator humano: equilíbrio para o sucesso de acordos

 

Em tempos de transformação digital no Direito, algo chama bastante atenção: encontrar o equilíbrio entre as tecnologias jurídicas e o fator humano. Seja em escritórios de advocacia ou em departamentos jurídicos, essas soluções modificaram as relações internas e externas, mas não prescindem das pessoas para otimizar seus resultados.

Um bom exemplo é a internet, utilizada como base dos softwares de gestão e de plataformas de ODR (Online Dispute Resolution). Ambas as soluções precisam de pessoas competentes para utilizá-las e produzir o resultado esperado. No primeiro caso, uma gestão eficiente. No segundo caso, o sucesso do acordo.

Considerando esses cenários, falamos um pouco sobre as tecnologias jurídicas e o fator humano, especialmente dos benefícios que esse equilíbrio pode provocar aos usuários. Confira!

A transformação digital e seus benefícios no Direito

As mudanças trazidas pela transformação digital, em especial as tecnologias, proporcionam ao setor jurídico inúmeras vantagens e facilidades. Ao contrário do que muitos acreditaram, estamos em 2020 sem um cenário semelhante ao antigo desenho Jetsons, com carros voadores e cidades de ficção científica. Nossa realidade é muito mais palpável.

No Direito, diversas ferramentas proporcionam melhor gestão do tempo, redução de erros humanos, maior produtividade das equipes e da gestão, automação dos processos internos, e muitos outros benefícios. Eles geram mais lucros e proporcionam uma economia de recursos considerável, além de otimizar qualquer negócio.

Outras ferramentas já dizem respeito à resolução de problemas do público em geral (startups jurídicas), não exatamente dos operadores jurídicos em escritórios e departamentos. É o caso da plataforma Acordo Fechado, voltada para resolução online de conflitos. O fomento ao acordo contribui para reduzir a morosidade da solução e o litígio.

Agora, perceba que qualquer que seja a ferramenta utilizada, existe a necessidade de uma pessoa por trás de seu uso para conseguir o resultado esperado. Há um envolvimento necessário de um profissional. É o equilíbrio entre as tecnologias jurídicas e o fator humano.

Equilíbrio entre as tecnologias jurídicas e o fator humano: caso real

Quando se fala em equilíbrio entre as tecnologias jurídicas e o fator humano, muitos profissionais ainda se mostram reticentes. Existe um medo no mercado acerca do papel da tecnologia na sociedade. Há quem acredite que ela “roubará” postos de trabalho. De fato, ocupações burocráticas tendem a desaparecer, porque as soluções são capazes de se ocuparem de tarefas repetitivas. Mas o contato humano sempre será o diferencial.

A tecnologia veio para agregar, e não para substituir o ser humano. Um ótimo exemplo é o software CPJ-3C, da startup jurídica Preâmbulo. Esse software de gestão jurídica se destina a escritórios de advocacia e departamentos jurídicos. Em um departamento, suas funcionalidades auxiliam o gestor a otimizar todo o trabalho do setor.

O software se ocupa de tarefas burocráticas, como cadastro de processos, gestão financeira completa, gestão dos depósitos recursais, gestão de terceirizados e muito mais. Ele também emite relatórios gerenciais e dashboards interativos com informações cruciais para o negócio. E é neste ponto que entra o fator humano como diferencial.

Munido de informações relevantes, o gestor pode tomar decisões de forma fundamentada, elevando o nível de sua gestão e contribuindo diretamente para os diretores da empresa. Enquanto a tecnologia faz o trabalho repetitivo, o gestor e os profissionais se dedicam às tarefas estratégicas.

No portal da Preâmbulo, é possível ver relatos de clientes que adotam o software em suas gestões.

As tecnologias jurídicas e o fator humano no sucesso de acordos

Falar em políticas de acordo sem abordar o atual equilíbrio entre as tecnologias jurídicas e o fator humano pode ser uma tarefa difícil. Isso porque, nos últimos anos, a resolução online de conflitos cresceu bastante. Muitos operadores do Direito passaram a utilizar plataformas online para resolver as metas de acordos. Mas qual o motivo que levou a essa mudança de paradigma? Por que não resolver pessoalmente os acordos, em reuniões presenciais?

Um acordo é feito entre duas partes com interesses diferentes. Nem sempre é possível chegar a um denominador comum. Casos como estes podem demandar um envolvimento muito grande dos profissionais na tentativa de solucionar a questão. E como resolver esse impasse, já que os advogados precisam se dedicar também a outros processos?

Nestas situações, as empresas e os escritórios de contencioso de massa passam a avaliar os benefícios das plataformas de acordo. Dentre as vantagens mais conhecidas, estão a diminuição dos custos, o alcance das metas de acordos, e profissionais próprios com mais tempo para realizar outras tarefas. Pronto. Resolvida a questão da disponibilidade dos advogados e mantido o equilíbrio entre as tecnologias jurídicas e o fator humano.

Além desses benefícios que os escritórios e departamentos usufruem, mais felizes ficam os clientes, pois o acordo é mais rápido do que a solução judicial. É a chamada situação de ganha-ganha, o maior sucesso de acordos.

O fator humano por trás das plataformas de acordo

A cultura da pacificação é um dos pilares para que os acordos realmente aconteçam de forma satisfatória para ambos. Dialogar e buscar algo que agrade aos dois lados é a função precípua das estratégias de resolução de conflitos que fogem do Poder Judiciário. Para que isso aconteça, o valor humano é fundamental, porque ele não pode ser digitalizado ou automatizado. Criatividade, emoção, intuição e ética são valores restritos a pessoas. E são amplamente utilizados na hora de resolver um conflito por acordo.

Mas como dizer que as tecnologias jurídicas e o fator humano estão equilibrados em uma plataforma de acordo? De forma bem simples, por trás da tecnologia existem advogados com expertise na área. É o fator humano da plataforma. A solução não decide o caso. Quem decide são os profissionais qualificados por trás dela.

E esses advogados possuem habilidades comportamentais, chamadas de Softs Skills, que a tecnologia não possui. Na plataforma Acordo Fechado, temos profissionais com conhecimento suficiente e capazes de entender as necessidades das partes processuais e propor soluções que atendam a ambas. Para ela, as tecnologias jurídicas e o fator humano são grandes aliados.

Pensar em utilizar as tecnologias jurídicas e o fator humano em uma mesma situação é o que diferencia os profissionais da nova era. Enquanto as soluções podem proporcionar uma experiência facilitada e satisfatória a seus usuários, o fator humano será preponderante para que essa experiência seja realmente surpreendente.

Se você não conhece a Acordo Fechado, procure saber um pouco mais sobre como a plataforma pode ajudá-lo em seus processo!

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